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A Empresa

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"Ter uma vantagem competitiva hoje não é fazer melhor que seus concorrentes, é fazer DIFERENTE"

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Por Paulo R. Käfer*  Como aumentar sua valorização Profissional

De modo geral, as pessoas querem colocar mais felicidade e realização em suas vidas. E uma das melhores formas que eu conheço é através de nossas atividades profissionais. A nossa carreira é a nossa jornada de contribuição para um mundo melhor. E para deixar uma impressão positiva por onde passarmos, para sermos bem sucedidos, reconhecidos e valorizados no trabalho, precisamos compreender alguns princípios e adotar uma perspectiva ampla. Compartilho com você três desses princípios. Eles podem ser muito úteis para “turbinar” sua carreira, aumentar sua valorização profissional e elevar seu nível de felicidade.

Contribuir primeiro, receber depois.

Queremos conquistar nossas metas e realizar nossos sonhos. Isso é perfeitamente natural e faz parte da vida. Durante a jornada, no entanto se quisermos só receber e se não estivermos dispostos a contribuir, acabamos ficando mais distantes de alcançar nossos objetivos pessoais. Segundo Winston Churchill: “Ganhamos a vida através do que recebemos. Fazemos uma vida através do que damos”.

Parece que a matemática da vida profissional está amparada no dar e receber. Quem contribui mais, recebe mais. Quem só dá se recebe algo, ganha menos. E quem só quer receber, pouco ou nada ganha.

Na era da colaboração, o valor de um profissional é diretamente proporcional à sua contribuição e a chance dele ser promovido aumenta. No caso de um empreendedor, a lógica é a mesma: quanto mais contribui para o planeta, mais sua marca valoriza no mercado.

Como tudo na vida, esse senso de contribuição requer treino. Uma boa dica seria substituir a pergunta: “o que eu ganho com isso?” por “como eu posso ajudar”?

Lembrando: para que nossa contribuição seja genuína, ela precisa vir do coração. As pessoas captam nossa intenção pura e nos valorizam como profissionais e seres humanos. E muito provavelmente elas retribuirão de alguma forma, como por exemplo, indicando novos clientes. É a reciprocidade atuando. De qualquer maneira, é bom ajudar, servir e ser útil sem a expectativa de receber algo em troca.

Eu acredito que o senso de contribuição é tão poderoso que espanta até o tédio e qualquer possibilidade de vazio existencial.

Foco nos resultados, não no movimento.

Imagine a seguinte cena em um departamento de uma empresa: pessoas correndo de um lado para o outro, fazendo barulho, abrindo gavetas, empilhando papeis, falando alto e abrindo a caixa de e-mails.

Elas estão criando movimentação e agitação. Mas estão produzindo? Estão entregando resultados?

O fato é que há uma diferença gritante entre entregar resultados e movimentar-se. Às vezes, como estamos “no trabalho” pensamos que estamos produzindo. É muito importante priorizar as ações mais relevantes, focar na meta que estipulamos e nos perguntarmos frequentemente: estou sendo realmente relevante e produtivo?

Sem foco nos resultados, seremos presas fáceis das distrações irrelevantes e ficaremos apenas nos movimentando e girando em círculos. Parece óbvio, mas não custa lembrar: quem entrega mais resultados é mais valorizado!

Há muitos anos atrás, eu estava conduzindo um Workshop em uma Empresa e lancei uma pergunta aos participantes:

- Quando você é competente e consegue resultados excelentes?

Houve um silêncio na plateia, e logo após um breve “zum zum zum” veio a resposta de um participante com a linguagem corporal de determinação:

- “Quando eu quero”!

Querer, no meu entendimento, é chave para conquistar algo, atingir uma meta, realizar um sonho e produzir resultados. Se não sabemos, é o querer que nos leva ao aprendizado. Se não temos habilidade suficiente, é o querer que nos inspira a praticar. O querer é como uma mola que nos faz saltar para longe da mediocridade. O querer nos impulsiona a ir além do que a gente acha que é capaz. Sem o querer ficamos girando em círculos, só criamos movimento e nada acontece. Com ele, entramos na trilha da excelência e da alta performance.

Mais soluções, menos reclamações.

Parece que o ser humano tem uma tendência à reclamação. Mas paradoxalmente não nos damos conta que ela nos impede de avançar. Sinceramente, as pessoas mais felizes, mais prósperas e mais carismáticas que eu conheço raramente reclamam. Claro, elas estão ocupadas tentando encontrar soluções.

Para que sejamos valorizados como profissionais, precisamos nos esforçar para não ficar choramingando pelos cantos, alimentando a “cultura do coitadinho”.

Pense comigo: que tipo de resultados você acha que alguém que só reclama ou critica tudo vai alcançar? Essa pessoa vai melhorar o sistema ou salvar o planeta? Ela vai ficar mais feliz quando está reclamando?

A reclamação espanta a felicidade. Não conheço ninguém que quando reclama se sente feliz. Claro que ficamos insatisfeitos com algumas coisas e aborrecidos com outras. É natural! Mas reclamar pouco ajuda. É muito mais útil pensar em soluções e ideias que possam ser colocadas em prática. E para ter insights a mente precisa estar limpa, livre e serena. Ao reclamar, automaticamente nos distanciamos das soluções e das ideias.

Penso que o sucesso e a valorização profissional estejam mais ligados à mentalidade, à forma de pensar e à visão de mundo das pessoas do que propriamente ao talento delas. Claro que o talento é importante, mas de que adianta a pessoa ser muito talentosa se ela for desprovida de senso de contribuição, não põe foco em resultados e tem o hábito de reclamar?

Uma das maiores fontes de felicidade e realização que conheço é um trabalho feito com amor e dedicação. Quem contribuir com as pessoas e com o planeta, conectar-se com resultados e fornecer ideias aplicáveis será mais valorizado. A nossa própria evolução e a nossa felicidade dependem muito desses três princípios.

Grande abraço e muito Sucesso!

*Paulo R. Käfer é diretor e Facilitador Coach na MKaPlus

fonte: http://www.mkaplus.com.br/blog/lideranca/3-principios-para-voce-ser-mais-valorizado-no-trabalho

Se você fica alardeando para todo mundo que está correndo, que não tem tempo ou que vive estressado, esse será seu padrão de realidade. por Christian Barbosa

 

1 – Achar que não tem tempo

Anteriormente, eu escrevi sobre como tudo é uma questão de percepção em nosso cérebro. Se você fica alardeando para todo mundo que está correndo, que não tem tempo ou que vive estressado, esse será seu padrão de realidade.

Se você quer começar a ter mais tempo mude, primeiro, a forma como expressa isso no seu dia a dia. Você perceberá que, na verdade, você tem tempo sim, só que às vezes não enxerga isso, porque acaba se bloqueando. Experimente, durante os próximos dez dias, mudar o discurso e observar com mais propriedade os momentos que tem para você.

2 – Não ter tempo para você

Quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha? Se eu não tenho tempo como posso ter tempo para mim? Essa é a questão. Se você não se coloca na agenda, o que vai acontecer é que sua energia, sua disposição, sua motivação será drenada e com isso terá menos foco, produtividade e concentração para exercutar suas atividades. Quando estiver mais esgotado, mais cheio de atividades é nesse momento que precisa acrescentar algo que só você pode fazer por você: um esporte, um hobby, uma meditação, um filme, etc.

3 – Planejar demais

Quem planeja demais acaba perdendo a flexibilidade, a espontaneidade, a liberdade. Planejar é fundamental, essencial e algo que você deve fazer constantemente, porém se você lota sua agenda, se não tiver antecipação de eventos, se não deixar buracos para você ou para urgências vai se prejudicar mais cedo ou mais tarde. Um exemplo clássico pode ser observado quando a pessoa fica o dia inteiro em reuniões, mas havia planejado umas seis tarefas para fazer no mesmo dia. Em que horário ela irá fazer isso? Vai roubar tempo pessoal? Um dia ou outro tudo bem, o problema é quando isso se torna um hábito. Planeje, mas com bastante consciência das suas capacidades de execução e de equilíbrio.

4 – Errar na água e alimentação

Nos últimos anos, devido ao livro Equilíbrio e Resultado e algumas pesquisas que estou participando, descobri como coisas simples fazem a diferença para nossa produtividade. Tomar mais água ao longo do dia ajuda na sua concentração, no seu foco e execução. A quantidade ideal, eu não posso dizer, cada um tem uma necessidade específica, afinal, até água em excesso faz mal. Outra questão é a alimentação. Aquela história de comer de três em três horas realmente é muito funcional, ajuda tanto quanto a água. Não acredita em mim, faça um teste: durante dez dias, deixe uma garrafa de água e algo saudável para comer ao longo do dia. Veja a diferença de ter esse bom hábito e de não tê-lo.

5 – Não aproveitar o tempo que parece inútil

O trânsito não está fácil em quase todas as cidades brasileiras, temos também diversos momentos de espera em clientes, consultórios, filas, etc. Enfim, temos um monte de tempo que teoricamente não poderíamos fazer nada, mas se pararmos para pensar ele pode ser muito útil. Eu recomendo você aproveitar todo esse tempo. 

No carro, por exemplo, você pode comprar áudio livros, CDs de curso de inglês, espanhol ou até mesmo baixar o MP3 de vídeoaulas que você ia ver pela Internet e ouça no carro. Você pode andar com um caderninho ou tablet e na sala de espera do médico começar a rascunhar os passos do seu objetivo. Eu estou neste momento, escrevendo este artigo nos trinta minutos que antecedem o começo de um evento. Sempre temos algum tempo que parece desperdiçado. Comece a observar esses momentos e encaixar algo produtivo neles.

 

Fonte: http://www.triadedotempo.com.br/novo/conteudo.aspx?cd=310

Autodesenvolvimento e Coaching

“Sua visão se tornará clara somente quando você puder olhar para o seu próprio coração. Quem olha para fora, sonha. Quem olha para dentro, desperta.”

(Carl C. Jung)

Por Fernanda Ferraz

 

O Processo de Coaching é algo mais do que um simples conceito ou do que uma ferramenta, vai além da parceria entre Coach (profissional em Coaching) e Coachee (cliente) para realização de metas e objetivos...diria mesmo que coaching é um caminho instaurado para o sucesso!

 

Segundo Socrates: “Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os Deuses”.

 

No Coaching não é dito sobre o que é o certo e como fazer, na verdade quem tira suas próprias conclusões é o Coachee. O Coach utiliza ferramentas de vários conhecimentos para questionar e provocar a reflexão, e assim promover a eficácia do serviço, pois leva o Coachee a chegar aos seus próprios resultados.

 

O autoconhecimento é um dos passos do Coaching, e é através dele que podemos saber se vamos seguir em frente, ou não. É determinante para que possamos nos tornar senhores de nossas escolhas, conscientes de nossas posturas e líderes de nós mesmos. Aquele que conhece a si mesmo sabe o caminho a seguir e o que fazer para alcançar sua realização pessoal e profissional.

 

Escolhendo seguir o Processo de Coaching, o autodesenvolvimento trabalha com as habilidades e competências de cada Coachee. É importante esclarecer que não existe um caminho certo a ser seguido, pois cada um agrega com suas experiências e conhecimentos e encontra seu PRÓPRIO CAMINHO DE SUCESSO.

 

 

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